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	<title>Guax &#187; slackware</title>
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	<description>“…is like having your brains smashed out by a slice of lemon wrapped round a large gold brick.”</description>
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		<title>Pacotes Debian Por Um Mano Do Slackware</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 14:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guax</dc:creator>
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		<category><![CDATA[debian]]></category>
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		<category><![CDATA[empacotamento]]></category>
		<category><![CDATA[pacotes]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiro vamos aos esclarecimentos para tentar evitar qualquer flame. Sou usuário de Slackware ha 6 anos mais ou menos mas faz 2 anos que convivo diariamente com Debian. Esse ensaio sobre os pacotes desta última distro é feito em cima da minha experiência com as duas e não representa qualquer tipo de preconceito com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro vamos aos esclarecimentos para <del>tentar</del> evitar qualquer flame. Sou usuário de <a href="http://www.slackware.com/">Slackware</a> ha 6 anos mais ou menos mas faz 2 anos que convivo diariamente com <a href="http://www.debian.org/">Debian</a>. Esse ensaio sobre os pacotes desta última distro é feito em cima da minha experiência com as duas e não representa qualquer tipo de preconceito com a distro. Espero que leiam até o final antes de comentar ou expressar uma opinião mais acalorada. Agora vamos ao que interessa.</p>
<h2>Estrutura Do Pacote</h2>
<p>A estrutura de um <a href="http://wiki.debian.org/DebianPackage">pacote .deb</a> pronto é simples e não tem nada complexo. E um <a href="http://slackwiki.org/Building_A_Package">pacote do Slackware</a> não fica atrás. A diferença principal é que os dados do software estão em um tar separado dos arquivos que fazem o controle da instalação. Não são muitos arquivos e em resumo o principal de um pacote .deb é:</p>
<dl>
<dt>debian-binary</dt>
<dd>Arquivo de texto com a versão do binário do pacote.</dd>
<dt>control.tar.gz</dt>
<dd>Meta informação do pacote. Dependências e coisas do tipo.</dd>
<dt>data.tar ou data.tar.gz ou data.tar.bz2 ou ainda data.tar.lzma</dt>
<dd>O diretório que contém os arquivos do programa a ser instalado.</dd>
</dl>
<p>Tudo isso comprimido em um pacote ar. Acho que é o mínimo e o máximo necessário para um controle de pacotes com dependencias como no Debian.</p>
<p>No Slackware a estrutura é semelhante mas é basicamente um pacote tar gzip, bzip ou xz que representa o mesmo que o data.tar no pacote Debian, mas com um sub-diretório install onde estão os arquivos de controle da instalação.</p>
<h2>Geração do Pacote e a Aberração <cite>Debianization</cite></h2>
<p>Ok, aqui o bixo pega. Então vou fazer em forma de comparativo entre Slackware e Debian.</p>
<h3>No Slackware</h3>
<div id="attachment_364" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2010/05/slackware.png" rel="lightbox[360]"><img class="size-full wp-image-364" title="slackware" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2010/05/slackware.png" alt="" width="570" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">É nois que voa bruxão</p></div>
<p>A geração de pacotes no Slackware é feita usando preferivelmente um script em shell para automatização da compilação e empacotamento chamado SlackBuild Script, é um shell script perfeitamente normal que qualquer pessoa com o mínimo de experiência no mesmo consegue dar manutenção. Em geral o que o slackbuild faz pode ser divido em duas fases:</p>
<ol>
<li>Compilação e instalação do pacote em um diretório temporário</li>
<li>Geração do pacote com o facilitador makepkg</li>
</ol>
<p>A primeira fase é feita usando as ferramentas disponíveis pela aplicação. Pode ser autoconf, ant ou qualquer build system. Até mesmo um chroot se faz necessário em alguns casos. A segunda parte é a normalização do pacote que consiste em compactação de man pages, strip de shared libraries, a inclusão do próprio build script como doc e dos arquivos para o diretório install/ e por fim a compactação do diretório e criação do t?z.</p>
<p>É importante ressaltar que nos pacotes Slackware o código fonte original não é mexido e sequer distribuido junto com os SlackBuilds na maioria dos casos. Alguns casos existem onde patches são necessários para que o pacote funcione corretamente mas estes são aconselhados somente se o programa não puder funcionar sem este ou isso representar um risco grave de segurança e estabilidade. A politica pura e simples é: <strong>Desenvolvimento é papel dos desenvolvedores e não dos empacotadores</strong>.</p>
<h3>No Debian</h3>
<div id="attachment_365" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2010/05/debian.png" rel="lightbox[360]"><img class="size-full wp-image-365" title="debian" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2010/05/debian.png" alt="" width="570" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Coididoido esse debian.</p></div>
<p>O documento de política de desenvolvimento do Debian é um monstro de 10 sessões com mais 10 sub-sessões cada e 7 anexos. Recomendo a leitura se quiser confirmar o que eu digo aqui. Vou resumir a forma de criação padrão de pacotes.</p>
<p>A mudança na forma de pensar já começa na nomenclatura do indivíduo que empacota. No Slackware é um empacotador. No Debian é um desenvolvedor.</p>
<p>Primeiro salva-se o código fonte original em um .orig e então pode se começar a <a href="http://www.debian.org/doc/maint-guide/ch-first.en.html#s-dh_make">Debianização</a> do aplicativo. Um pacote é feito geralmente usando de 2 a 4 aplicativos facilitadores e geralmente o autoconf é o responsável pela geração do pacote. Tudo isso fica dentro do código fonte em um diretório debian/. A estrutura é complexa e é necessário um longo periodo e leitura da documentação para a compreensão do sistema de empacotamento e criação de um pacote seguindo todas as guidelines.</p>
<p>Na documentação em vários trechos é recomendado a edição do código fonte original para debianização do aplicativo. O que ao meu ver só maximiza as possibilidades de problema como aquele infame warning no openssl que foi silenciado por um Debian desenvolver e fez com que as chaves de milhares de servidores fossem geradas de forma previsível.</p>
<p>Também há uma preocupação grande mas parcialmente justificável de separar os cabeçalhos de bibliotecas em pacotes adicionais e usar a mesma estrutura para gerar mais de um pacote elevando a complexidade do sistema.</p>
<h3>Pensamentos Finais</h3>
<p>Não muitos, eu não gosto desse sistema e as guidelines do Debian são uma aberração pra mim. Vou tentar criar um DebBuild script para gerar pacotes Debian no estilo Slackware e posto aqui se o fizer.</p>
<p>Meu chefe certo dia falou que o sistema do Slackware dependia do &#8220;artista&#8221; e não era processual o suficiente. Mas lendo a guideline do Debian eu descobri que ele está errado nisso, pois a inversa é verdadeira. O sistema do Debian é justamente isso, um sistema com sub-sistemas e macro-sistemas usados para gerar coisas que no final das contas são simples, uma arquitetura digna de um arteiro e não artista.</p>
<h3>PS IMPORTANTE</h3>
<p>Eu falo aqui da forma de geração de pacotes recomendada e ensinada pelo documento abaixo. <strong>NÃO</strong> estou considerando outras formas, se existirem, de gerar pacotes Debian. Como por exemplo a utilização de um script sh ou CDBS.</p>
<h2>Referências</h2>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Deb_(file_format)">deb (file format)</a> From <a href="http://en.wikipedia.org/">Wikipedia, the free encyclopedia</a></p>
<p><a href="http://www.debian.org/doc/debian-policy/index.html">Debian Policy Manual</a> From <a href="http://www.debian.org/">Debian.org</a></p>
<p>PS.  gentil correção do caio:</p>
<p><!--StartFragment-->[11:39] &lt;<a href="#caio1982">caio1982</a>&gt; guax: debian-binary nao eh a versao do pacote, seu animal, eh a versao dos binarios do debian (.debs em geral distribuidos em &#8220;formato debian&#8221;, nao sao backward compatible pra sempre)</p>
<p>PS2. adição do caio: <a href="http://build-common.alioth.debian.org/cdbs-doc.html">http://build-common.alioth.debian.org/cdbs-doc.html</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pub/ MySQL Connector e unixODBC</title>
		<link>http://www.guax.net/2010/01/pub-mysql-connector-e-unixodbc/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 00:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guax</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[ODBC]]></category>
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		<category><![CDATA[slackbuild]]></category>
		<category><![CDATA[slackware]]></category>
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		<description><![CDATA[Adicionando ao pub/ mais dois pacotes e slackbuilds, MySQL Connector ODBC (ex MyODBC) e unixODBC. Ambos compilados para slackware 13.0 e -current. Os dois pacotes estão sendo compilados com &#8211;disable-gui por conta da Qt 4.5 distribuida no slackware, já que os pacotes só suportam até a 4.3. Have fun. Nota mental: tenho que lembrar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adicionando ao <a href="http://guax.net/pub/">pub/</a> mais dois pacotes e slackbuilds, <a href="http://guax.net/pub/slackware/sources/mysql-connector-odbc/">MySQL Connector ODBC </a>(ex MyODBC) e <a href="http://guax.net/pub/slackware/sources/unixODBC/">unixODBC</a>. Ambos compilados para slackware 13.0 e -current. Os dois pacotes estão sendo compilados com &#8211;disable-gui por conta da Qt 4.5 distribuida no slackware, já que os pacotes só suportam até a 4.3.</p>
<p>Have fun. <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Nota mental:</strong> tenho que lembrar de modificar os slackbuilds e submeter no <a href="http://www.slackbuilds.org/">slackbuilds.org</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Review receptor ISDB-T DiBcom STK8096GP (TV digital do Brasil)</title>
		<link>http://www.guax.net/2009/12/review-receptor-isdb-t-dibcom-stk8096gp-tv-digital-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 23:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guax</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[hardware]]></category>
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		<category><![CDATA[ISDB-T]]></category>
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		<category><![CDATA[TV Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Na visita do Jon &#8220;Maddog&#8221; ao Brasil para o 4º SoLiSC ele trouxe, como sempre, alguns brinquedinhos comprados nas viagens. Um deles é um receptor de televisão digital para o padrão ISDB-T usado no Brasil e Japão, mais especificamente ao padrão brasileiro. Como ele não tinha tempo para testar eu me ofereci (nerd é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na visita do Jon &#8220;Maddog&#8221; ao Brasil para o 4º SoLiSC ele trouxe, como sempre, alguns brinquedinhos comprados nas viagens. Um deles é um receptor de televisão digital para o padrão ISDB-T usado no Brasil e Japão, mais especificamente ao padrão brasileiro. Como ele não tinha tempo para testar eu me ofereci (nerd é a vó).</p>
<p>O produto é chinês, fabricado por uma empresa chamada <a href="http://www.mygica.com/">MyGica</a>. A embalagem é simples, não mostra nem o nome da empresa que fabrica, informação essa que só consta no manual. É bem montado e acabamento aceitável para o preço (algo em torno de $50).</p>
<div id="attachment_251" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/12/embalagem.jpg" rel="lightbox[250]"><img class="size-medium wp-image-251" title="Embalagem STK8096" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/12/embalagem-225x300.jpg" alt="O controle remoto fica na parte de trás da embalagem." width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">O controle remoto fica na parte de trás da embalagem.</p></div>
<p>O conteúdo da embalagem é tão completo quanto parece, só vem o essencial:</p>
<ul>
<li>O receptor em formato &#8220;dongle&#8221;</li>
<li>Antena VHF/UHF de alto ganho (diz ela)</li>
<li>Adaptador para ligar uma antena externa</li>
<li>Controle remoto desenhado para o software Total Media que vem no CD</li>
<li>Manual</li>
<li>Cd com driver e software de media</li>
</ul>
<div id="attachment_252" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/12/conteudo.jpg" rel="lightbox[250]"><img class="size-medium wp-image-252" title="Conteúdo embalagem" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/12/conteudo-300x225.jpg" alt="Nada mais que o suficiente" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Nada mais que o suficiente</p></div>
<p>Um detalhe estranho, o driver para windows que vem no CD <strong>não é o driver correto</strong> para o chip de captura. Encontrei o driver correto em um <a href="http://www.chw.net/foro/otro-hardware-f27/280298-adaptador-isdb-t-tv-digital-p2.html">fórum chileno</a> e <a href="http://www.guax.net/pub/windows/mygica-s870-driver/DriverISDB-T.rar">deixo aqui</a> caso alguém precise.</p>
<p>Não vou cobrir a instalação dele no windows, então vamos ao que interessa, ao plugar ele no seu computador você não vai ter muitas informações.</p>
<pre>usb 1-1: new high speed USB device using ehci_hcd and address 6
usb 1-1: configuration #1 chosen from 1 choice
usb 1-1: New USB device found, idVendor=10b8, idProduct=1fa0
usb 1-1: New USB device strings: Mfr=1, Product=2, SerialNumber=3
usb 1-1: Product: STK8096GP
usb 1-1: Manufacturer: DiBcom
usb 1-1: SerialNumber: 1</pre>
<p>Isso não colabora muito mas nos dá o fabricante e o modelo do chip. Com isso é fácil dar uma googlada sobre o funcionamento dele no Linux. A boa notícia é que o fabricante é bonzinho e colaborou com a confecção do driver. Temos por tanto um suporte ainda inicial ao ISDB-T no <a href="http://www.linuxtv.org/">v4l-dvb</a>. Uma questão de fazer o download, um make, make install e tudo pronto. Para isso basta pegar o trunk (já que é experimental vamos viver perigosamente).</p>
<pre>$ hg clone http://www.linuxtv.org/hg/v4l-dvb
$ cd v4l-dvb
$ make
$ su
# make rmmod
# make install</pre>
<p>Você pode substituir o su com sudo se preferir. Após instalar os driver ainda precisamos do firmware do dispositivo. Basta fazer o <a href="http://www.guax.net/pub/windows/mygica-s870-driver/dvb-usb-dib0700-1.20.fw">download</a> e colocá-lo em /lib/firmware/ que tudo estará bem. A resposta do dmesg após replugar o dispositivo agora deverá ser algo como:</p>
<pre>dib0700: loaded with support for 14 different device-types
dvb-usb: found a 'DiBcom STK8096GP reference design' in cold state, will try to load
a firmware
firmware: requesting dvb-usb-dib0700-1.20.fw
dvb-usb: downloading firmware from file 'dvb-usb-dib0700-1.20.fw'
dib0700: firmware started successfully.
dvb-usb: found a 'DiBcom STK8096GP reference design' in warm state.
dvb-usb: will pass the complete MPEG2 transport stream to the software demuxer.
DVB: registering new adapter (DiBcom STK8096GP reference design)
DVB: registering adapter 0 frontend 0 (DiBcom 8000 ISDB-T)...
DiB0090: successfully identified
input: IR-receiver inside an USB DVB receiver as /devices/...
dvb-usb: schedule remote query interval to 50 msecs.
dvb-usb: DiBcom STK8096GP reference design successfully initialized and connected.
usbcore: registered new interface driver dvb_usb_dib0700</pre>
<p>Não é lindo? <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Com isso nos temos o dispositivo funcionando mas ainda falta o pedaço que me fez perder algumas horas. Escanear os canais para poder ver o Faustão na telinha do seu PC (ele cabe agora que emagreceu). Para isso nos vamos usar as ferramentas que o driver ali em cima já instalou antes junto com os módulos. A aplicação scan fará isso mas ela precisa de informações para fazer seu trabalho, ela precisa de uma lista de freqüências e ranges para poder escanear por recepção. Essa lista eu consegui primeiramente no <a href="http://dougsland.livejournal.com/103169.html">blog de dougsland</a> (que não parece ter o nome real divulgado no site). Sabendo o que eu estava procurando (frequency table) eu consegui encontrar no excelente wiki do linuxtv.org em http://www.linuxtv.org/wiki/index.php/ISDB-T_Frequency_Table</p>
<p>Copie o conteúdo e cole em um ch.conf então rode o comando scan para gerar a lista de canais disponíveis:</p>
<pre>$ scan ch.conf &gt; channels.conf</pre>
<p>Isso gerará um monte de erros como:</p>
<pre>&gt;&gt;&gt; tune to: 503142857:INVERSION_AUTO:BANDWIDTH_6_MHZ:FEC_3_4:FEC_AUTO:QAM_
AUTO:TRANSMISSION_MODE_AUTO:GUARD_INTERVAL_AUTO:HIERARCHY_NONE</pre>
<p>Mas não se preocupe, são normais. Se você tem recepção no meio desse monte de erros você verá um:</p>
<pre>Network Name 'RBS TV FLOPS'
0x0000 0xdc60: pmt_pid 0x0101 (null) -- RBS TV HD (???)
0x0000 0xdc78: pmt_pid 0x1fc8 (null) -- RBS TV 1seg (???)</pre>
<p>E então seu arquivo channels.conf terá as informações de canais para que você possa vê-los. Se você está em Florianópolis Santa Catarina Brasil por volta do ano de 2009 você terá somente dois canais, um 1 seg e outro full seg que são, infelizmente:</p>
<pre>RBS TV HD:587142857:INVERSION_AUTO:BANDWIDTH_6_MHZ:FEC_3_4:FEC_AUTO:QAM
_AUTO:TRANSMISSION_MODE_AUTO:GUARD_INTERVAL_AUTO:HIERARCHY_NONE:273:274:
56416
RBS TV 1seg:587142857:INVERSION_AUTO:BANDWIDTH_6_MHZ:FEC_3_4:FEC_AUTO:QAM
_AUTO:TRANSMISSION_MODE_AUTO:GUARD_INTERVAL_AUTO:HIERARCHY_NONE:529:530:
56440</pre>
<p>Afinal a Band ainda tem as madrugadas de sábado pra animar a garotada. Com isso nós ficamos no ultimo passo: assistir televisão. Mas antes, uma explicação rápida antes sobre a zona toda de TV digital (não achou que eu ia te liberar agora né?).</p>
<p>O mundo todo usa os tais dos DVB-S, DVB-T, DVB-S, DVB-C e ATSC, o Japão  criou e usa o ISDB-T, o Brasil adotou ele e o usa para transmissão, inclusive usa o mesmo range de freqüências, se as tabelas não são iguais elas são muito parecidas. A transmissão digital usa 13 segmentos, 1 deles esse padrão deixou reservado para transmissão de baixa qualidade para dispositivos móveis, com telas pequenas, ou baixa capacidade. Sim, esse é o tal do 1seg que você vai ver bastante. O resto é transmitido em 12 segmentos (full-seg) e nesses estão as transmissões standard e hd. O codec de audio usado é o AAC e o de vídeo e o H264.</p>
<p>Toda a parte anterior está resolvida pelo driver, linda e funcional, um charme tecnológico. Mas&#8230; a questão do codec ainda não. Apesar do MPlayer ter colocado suporte por agora ainda não está bom até a redação desse texto. A unica alternativa viável por agora é o VLC que tem suporte a h264 e AAC. Além de se entender com o DVB.</p>
<p>Para fazer funcionar basta você clicar em Exibir &gt; Lista de Reprodução, clicar no mais, adicionar o channels.conf que você criou, dar dois cliques e pronto, simples assim.</p>
<div id="attachment_262" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/12/vlc.png" rel="lightbox[250]"><img class="size-medium wp-image-262" title="TV com VLC" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/12/vlc-300x97.png" alt="No fantástico =" width="300" height="97" /></a><p class="wp-caption-text">No fantástico =) </p></div>
<p>Mas vamos ao que interessa, e o HD??? Bom, veja bem. O h264 garante uma alta compressão com pouca perda de qualidade, mas isso tem um custo, um rim. Digo, um processador, você precisa ter uma máquina BOA para descodificar o vídeo em HD 1080p. Tanto que no linux eu não consegui tocar direito por conta da implementação do h264, no áudio é perfeito sem nenhum problema, vídeo vai travando, inclusive no poderoso windows (por conta do meu proc dai). Pra ser sincero, no VLC eu não consegui visualizar nem o 1seg direito por conta da descodificação do h264 o vídeo fica com frames repetidos (falha na interpolação ou algo por ai). Você pode ter mais sorte em uma versão mais nova ou melhor do VLC (não desista padawan).</p>
<div id="attachment_264" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/12/rbshd.png" rel="lightbox[250]"><img class="size-medium wp-image-264" title="rbshd" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/12/rbshd-300x175.png" alt="Quero ver você pegar momento melhor pro screenshot." width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Quero ver você pegar momento melhor pro screenshot.</p></div>
<p>Sobre o controle remoto, ele funciona e o driver reconhece mas eu não tive tempo de fazer ele fazer algo útil. A prova são as mensagens que o driver põe no kernel. Basta tratá-las e usar, mas não é algo que um usuário comum faria, então fica pra outra hora (talvez nunca <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ).</p>
<pre>dib0700: Unknown remote controller key: 0000 20 df
dib0700: Unknown remote controller key: 0000 20 df</pre>
<p>Todo o processo acima foi feito em cima de um Slackware Linux com versão entre 12.2 e current pré 13.1. (sim, uma zona).</p>
<p><strong>Ps.</strong> Gostaria de agradecer a Douglas Conrad que me deixou ficar com o equipamento por uns dias para testes. Foi divertido <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>UPDATE (15/06/2010): Aparentemente o kernel 2.6.33.3 já inclui os drivers para dvb-usb e para o dibcom 0700. Você ainda precisa do firmware do dispositivo que está linkado nesse artigo e também é necessário o dvb-apps instalado para ter a ferramenta scan.</strong></p>
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		<title>Chromium e Slackware</title>
		<link>http://www.guax.net/2009/09/chromium-e-slackware/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 00:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guax</dc:creator>
				<category><![CDATA[slackware]]></category>
		<category><![CDATA[chrome]]></category>
		<category><![CDATA[chromium]]></category>
		<category><![CDATA[how to]]></category>
		<category><![CDATA[recomendação]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente após anos de tortura tendo que aguentar as travadas do Firefox chegou o momento de ter um browser leve, rápido e com renderização de fontes decente no linux. Chegou a vez do Chromium, projeto open source do Google que é a fonte do browser Chrome. Um amigo meu estava usando ele no ubuntu eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/09/Chromium_Icon.png" rel="lightbox[160]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-163" title="Chromium" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/09/Chromium_Icon-300x287.png" alt="Chromium" width="180" height="172" /></a></p>
<p>Finalmente após anos de tortura tendo que aguentar as travadas do Firefox chegou o momento de ter um browser leve, rápido e com renderização de fontes decente no linux. Chegou a vez do <a href="http://chromium.org/">Chromium</a>, projeto open source do Google que é a fonte do browser <a href="http://www.google.com/chrome">Chrome</a>. Um amigo meu estava usando ele no ubuntu eu resolvi rodar ele no Slackware. Descreverei o processo de instalação e a minha análise sobre esse beta.</p>
<p>Primeiro instale o <a href="http://connie.slackware.com/~alien/slackbuilds/mozilla-nss/">mozilla-nss</a> a provável unica dependência que você vai precisar.</p>
<p>Eu não criei um pacote para o chromium, talvez eu o faça no futuro. Até lá baixe o <a href="http://build.chromium.org/buildbot/snapshots/chromium-rel-linux/">ultimo tarball</a> e rode só pro seu usuário, caso você tenha problemas com os nomes estranhos criados pelo pessoal que empacota para o debian (alguém faz ideia de por que o .d??) faça o seguinte que tirei <a href="http://ifeelalittlestupid.wordpress.com/2009/06/09/using-the-chromium-linux-beta-build-on-slackware-12-2/">daqui</a>.</p>
<pre>ln -s /usr/lib/libplds4.so /usr/lib/libplds4.so.1d
ln -s /usr/lib/libnss3.so /usr/lib/libnss3.so.1d
ln -s /usr/lib/libsmime3.so /usr/lib/libsmime3.so.1d
ln -s /usr/lib/libssl3.so /usr/lib/libssl3.so.1d
ln -s /usr/lib/libnssutil3.so /usr/lib/libnssutil3.so.1d
ln -s /usr/lib/libnspr4.so /usr/lib/libnspr4.so.0d
ln -s /usr/lib/libplc4.so /usr/lib/libplc4.so.0d
ln -s /usr/lib/libplds4.so /usr/lib/libplds4.so.0d</pre>
<p>Tente rodar o chrome primeiro, pode ser que tenha mudado no ultimo build. And there you go. <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_167" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/09/chromium.png" rel="lightbox[160]"><img class="size-medium wp-image-167" title="Chromium" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/09/chromium-300x203.png" alt="Usando um tema escuro pra ficar mais discreto." width="300" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Usando um tema escuro pra ficar mais discreto.</p></div>
<p>A análise: é rápido, <strong>muito</strong> rápido. Tem corretor ortográfico . E tudo que tem na versão windows. Ainda não tem sua ferramenta que substitui o <a href="http://getfirebug.com/">Firebug</a> madura o suficiente para ser usada ao invés do inseto flamejante mas da pro gasto em toda a parte de navegação. Outro contra é a falta de <a href="http://gears.google.com/">gears</a> mas dizem que o próprio html 5 terá suporte para armazenagem, aguardaremo então até o Chromium e o GMail darem suporte para isso. :/</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Atualizando Slackware 12.2 para 13.0</title>
		<link>http://www.guax.net/2009/08/atualizando-slackware-12-2-para-13-0/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 22:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guax</dc:creator>
				<category><![CDATA[slackware]]></category>
		<category><![CDATA[how to]]></category>
		<category><![CDATA[nerd]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 26 de agosto foi lançada a versão numero 13.0 do Slackware Linux. Com kde 4, novo sistema de pacotes e toneladas de mudanças a atualização pode confundir algumas pessoas. Aqui fica meu passo a passo de como atualizar: Edite seu /etc/slackpkg/mirrors e coloque o repositório do 13.0 slackpkg update Aqui vem o macete. Primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 26 de agosto <a href="http://slackware.com/announce/13.0.php">foi lançada</a> a versão numero 13.0 do <a href="http://www.slackware.com/">Slackware Linux</a>. Com kde 4, novo sistema de pacotes e toneladas de mudanças a atualização pode confundir algumas pessoas. Aqui fica meu passo a passo de como atualizar:</p>
<ol>
<li>Edite seu /etc/slackpkg/mirrors e coloque o repositório do 13.0</li>
<li>slackpkg update</li>
</ol>
<p>Aqui vem o macete. Primeiro atualize esses dois indivíduos e instale esse outro:</p>
<ol>
<li>slackpkg install xz</li>
<li>slackpkg upgrade pkgtools</li>
<li>slackpkg upgrade slackpkg</li>
</ol>
<p>Por fim, é só executar o de sempre:</p>
<ol>
<li>slackpkg install-new</li>
<li>slackpkg upgrade-all</li>
</ol>
<p>Have fun com seu Slackware 13.0 <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Pub/ do guax.net</title>
		<link>http://www.guax.net/2009/07/pub-do-guax-net/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 02:19:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guax</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[guax.net]]></category>
		<category><![CDATA[nerd]]></category>
		<category><![CDATA[slackware]]></category>

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		<description><![CDATA[Está no ar o incrível diretório pub/ do guax.net. Disponível em www.guax.net/pub ele contém alguns arquivos que eu quero compartilhar com esse mundão velho sem porteiras. Esses arquivos são SlackBuilds de softwares e seus pacotes gerados assim como mirrors para meus próprios projetos. Lá vocês já vão encontrar um README (duh!) e o primeiro slackbuild [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guax.net/pub/"><img class="aligncenter size-full wp-image-35" title="pub" src="http://www.guax.net/wp-content/uploads/2009/07/pub.png" alt="pub" width="489" height="118" /></a></p>
<p>Está no ar o incrível diretório pub/ do guax.net. Disponível em www.guax.net/pub ele contém alguns arquivos que eu quero compartilhar com esse mundão velho sem porteiras. <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Esses arquivos são SlackBuilds de softwares e seus pacotes gerados assim como mirrors para meus próprios projetos.</p>
<p>Lá vocês já vão encontrar um README (duh!) e o primeiro slackbuild (asterisk) que eu modifiquei e estou redisponibilizado para quem quiser. Em outro post eu explico ao certo qual é a desse slackbuild. <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ps. Lembrando a piadinha infame do cd pub/; more beer; <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mirror próprio para Slackware e Geração de CD&#8217;s</title>
		<link>http://www.guax.net/2009/07/mirror-proprio-para-slackware-e-geracao-de-cds/</link>
		<comments>http://www.guax.net/2009/07/mirror-proprio-para-slackware-e-geracao-de-cds/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 03:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guax</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[nerd]]></category>
		<category><![CDATA[slackware]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta a noite a nerdeada do dia é gerar um cd do Slackware Linux usando um mirror próprio . A dica vem da ultima edição do Slackware Zine.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><a href="http://www.slackware.com/"><img title="Slackware Linux" src="http://www.slackware.com/grfx/shared/slackware_traditional_website_logo.png" alt="Slackware Linux" width="260" height="66" /></a><p class="wp-caption-text">Slackware Linux</p></div>
<p>Sexta a noite a nerdeada do dia é gerar um cd do Slackware Linux usando um mirror próprio <img src='http://www.guax.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>A dica vem da <a title="Slackware Zine - Edição 2009" href="http://www.slackwarezine.com.br/download/slackzine20.5.pdf">ultima edição</a> do <a href="http://www.slackwarezine.com.br/">Slackware Zine</a>.</p>
]]></content:encoded>
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