Feb 23
Feb 06
Dreamhost Fail
Jan 30
You are beautifull
Jan 17
Pub/ MySQL Connector e unixODBC
Adicionando ao pub/ mais dois pacotes e slackbuilds, MySQL Connector ODBC (ex MyODBC) e unixODBC. Ambos compilados para slackware 13.0 e -current. Os dois pacotes estão sendo compilados com –disable-gui por conta da Qt 4.5 distribuida no slackware, já que os pacotes só suportam até a 4.3.
Have fun.
Nota mental: tenho que lembrar de modificar os slackbuilds e submeter no slackbuilds.org
Dec 13
Review receptor ISDB-T DiBcom STK8096GP (TV digital do Brasil)
Na visita do Jon “Maddog” ao Brasil para o 4º SoLiSC ele trouxe, como sempre, alguns brinquedinhos comprados nas viagens. Um deles é um receptor de televisão digital para o padrão ISDB-T usado no Brasil e Japão, mais especificamente ao padrão brasileiro. Como ele não tinha tempo para testar eu me ofereci (nerd é a vó).
O produto é chinês, fabricado por uma empresa chamada MyGica. A embalagem é simples, não mostra nem o nome da empresa que fabrica, informação essa que só consta no manual. É bem montado e acabamento aceitável para o preço (algo em torno de $50).
O conteúdo da embalagem é tão completo quanto parece, só vem o essencial:
- O receptor em formato “dongle”
- Antena VHF/UHF de alto ganho (diz ela)
- Adaptador para ligar uma antena externa
- Controle remoto desenhado para o software Total Media que vem no CD
- Manual
- Cd com driver e software de media
Um detalhe estranho, o driver para windows que vem no CD não é o driver correto para o chip de captura. Encontrei o driver correto em um fórum chileno e deixo aqui caso alguém precise.
Não vou cobrir a instalação dele no windows, então vamos ao que interessa, ao plugar ele no seu computador você não vai ter muitas informações.
usb 1-1: new high speed USB device using ehci_hcd and address 6 usb 1-1: configuration #1 chosen from 1 choice usb 1-1: New USB device found, idVendor=10b8, idProduct=1fa0 usb 1-1: New USB device strings: Mfr=1, Product=2, SerialNumber=3 usb 1-1: Product: STK8096GP usb 1-1: Manufacturer: DiBcom usb 1-1: SerialNumber: 1
Isso não colabora muito mas nos dá o fabricante e o modelo do chip. Com isso é fácil dar uma googlada sobre o funcionamento dele no Linux. A boa notícia é que o fabricante é bonzinho e colaborou com a confecção do driver. Temos por tanto um suporte ainda inicial ao ISDB-T no v4l-dvb. Uma questão de fazer o download, um make, make install e tudo pronto. Para isso basta pegar o trunk (já que é experimental vamos viver perigosamente).
$ hg clone http://www.linuxtv.org/hg/v4l-dvb $ cd v4l-dvb $ make $ su # make rmmod # make install
Você pode substituir o su com sudo se preferir. Após instalar os driver ainda precisamos do firmware do dispositivo. Basta fazer o download e colocá-lo em /lib/firmware/ que tudo estará bem. A resposta do dmesg após replugar o dispositivo agora deverá ser algo como:
dib0700: loaded with support for 14 different device-types dvb-usb: found a 'DiBcom STK8096GP reference design' in cold state, will try to load a firmware firmware: requesting dvb-usb-dib0700-1.20.fw dvb-usb: downloading firmware from file 'dvb-usb-dib0700-1.20.fw' dib0700: firmware started successfully. dvb-usb: found a 'DiBcom STK8096GP reference design' in warm state. dvb-usb: will pass the complete MPEG2 transport stream to the software demuxer. DVB: registering new adapter (DiBcom STK8096GP reference design) DVB: registering adapter 0 frontend 0 (DiBcom 8000 ISDB-T)... DiB0090: successfully identified input: IR-receiver inside an USB DVB receiver as /devices/... dvb-usb: schedule remote query interval to 50 msecs. dvb-usb: DiBcom STK8096GP reference design successfully initialized and connected. usbcore: registered new interface driver dvb_usb_dib0700
Não é lindo?
Com isso nos temos o dispositivo funcionando mas ainda falta o pedaço que me fez perder algumas horas. Escanear os canais para poder ver o Faustão na telinha do seu PC (ele cabe agora que emagreceu). Para isso nos vamos usar as ferramentas que o driver ali em cima já instalou antes junto com os módulos. A aplicação scan fará isso mas ela precisa de informações para fazer seu trabalho, ela precisa de uma lista de freqüências e ranges para poder escanear por recepção. Essa lista eu consegui primeiramente no blog de dougsland (que não parece ter o nome real divulgado no site). Sabendo o que eu estava procurando (frequency table) eu consegui encontrar no excelente wiki do linuxtv.org em http://www.linuxtv.org/wiki/index.php/ISDB-T_Frequency_Table
Copie o conteúdo e cole em um ch.conf então rode o comando scan para gerar a lista de canais disponíveis:
$ scan ch.conf > channels.conf
Isso gerará um monte de erros como:
>>> tune to: 503142857:INVERSION_AUTO:BANDWIDTH_6_MHZ:FEC_3_4:FEC_AUTO:QAM_ AUTO:TRANSMISSION_MODE_AUTO:GUARD_INTERVAL_AUTO:HIERARCHY_NONE
Mas não se preocupe, são normais. Se você tem recepção no meio desse monte de erros você verá um:
Network Name 'RBS TV FLOPS' 0x0000 0xdc60: pmt_pid 0x0101 (null) -- RBS TV HD (???) 0x0000 0xdc78: pmt_pid 0x1fc8 (null) -- RBS TV 1seg (???)
E então seu arquivo channels.conf terá as informações de canais para que você possa vê-los. Se você está em Florianópolis Santa Catarina Brasil por volta do ano de 2009 você terá somente dois canais, um 1 seg e outro full seg que são, infelizmente:
RBS TV HD:587142857:INVERSION_AUTO:BANDWIDTH_6_MHZ:FEC_3_4:FEC_AUTO:QAM _AUTO:TRANSMISSION_MODE_AUTO:GUARD_INTERVAL_AUTO:HIERARCHY_NONE:273:274: 56416 RBS TV 1seg:587142857:INVERSION_AUTO:BANDWIDTH_6_MHZ:FEC_3_4:FEC_AUTO:QAM _AUTO:TRANSMISSION_MODE_AUTO:GUARD_INTERVAL_AUTO:HIERARCHY_NONE:529:530: 56440
Afinal a Band ainda tem as madrugadas de sábado pra animar a garotada. Com isso nós ficamos no ultimo passo: assistir televisão. Mas antes, uma explicação rápida antes sobre a zona toda de TV digital (não achou que eu ia te liberar agora né?).
O mundo todo usa os tais dos DVB-S, DVB-T, DVB-S, DVB-C e ATSC, o Japão criou e usa o ISDB-T, o Brasil adotou ele e o usa para transmissão, inclusive usa o mesmo range de freqüências, se as tabelas não são iguais elas são muito parecidas. A transmissão digital usa 13 segmentos, 1 deles esse padrão deixou reservado para transmissão de baixa qualidade para dispositivos móveis, com telas pequenas, ou baixa capacidade. Sim, esse é o tal do 1seg que você vai ver bastante. O resto é transmitido em 12 segmentos (full-seg) e nesses estão as transmissões standard e hd. O codec de audio usado é o AAC e o de vídeo e o H264.
Toda a parte anterior está resolvida pelo driver, linda e funcional, um charme tecnológico. Mas… a questão do codec ainda não. Apesar do MPlayer ter colocado suporte por agora ainda não está bom até a redação desse texto. A unica alternativa viável por agora é o VLC que tem suporte a h264 e AAC. Além de se entender com o DVB.
Para fazer funcionar basta você clicar em Exibir > Lista de Reprodução, clicar no mais, adicionar o channels.conf que você criou, dar dois cliques e pronto, simples assim.
Mas vamos ao que interessa, e o HD??? Bom, veja bem. O h264 garante uma alta compressão com pouca perda de qualidade, mas isso tem um custo, um rim. Digo, um processador, você precisa ter uma máquina BOA para descodificar o vídeo em HD 1080p. Tanto que no linux eu não consegui tocar direito por conta da implementação do h264, no áudio é perfeito sem nenhum problema, vídeo vai travando, inclusive no poderoso windows (por conta do meu proc dai). Pra ser sincero, no VLC eu não consegui visualizar nem o 1seg direito por conta da descodificação do h264 o vídeo fica com frames repetidos (falha na interpolação ou algo por ai). Você pode ter mais sorte em uma versão mais nova ou melhor do VLC (não desista padawan).
Sobre o controle remoto, ele funciona e o driver reconhece mas eu não tive tempo de fazer ele fazer algo útil. A prova são as mensagens que o driver põe no kernel. Basta tratá-las e usar, mas não é algo que um usuário comum faria, então fica pra outra hora (talvez nunca
).
dib0700: Unknown remote controller key: 0000 20 df dib0700: Unknown remote controller key: 0000 20 df
Todo o processo acima foi feito em cima de um Slackware Linux com versão entre 12.2 e current pré 13.1. (sim, uma zona).
Ps. Gostaria de agradecer a Douglas Conrad que me deixou ficar com o equipamento por uns dias para testes. Foi divertido
Dec 06
Diagrama de Dependências SIN UFSC
Precisava planejar minha matricula após empacar em uma matéria e fiz esse diagrama no graphviz com as dependências de cada matéria obrigatória do curso de Sistemas de Informações da UFSC.
Cada cor representa uma fase e são elas:
- Primeira Fase: Verde escuro
- Segunda Fase: Verde claro
- Terceira Fase: Amarelo
- Quarta Fase: Azul
- Quinta Fase: Vermelho
- Sexta Fase: Laranja
- Sétima Fase: Magenta
- Oitava Fase: Azul Marinho
- Nona Fase: Bege
Também fiz uma versão monocromática para impressão, essa pode ser usada pra você colocar um X bem grande nas que já passaram.
Para saber o que significa cada código de disciplina e algumas informações a mais, este PDF possui todo o currículo do curso.
Dec 01
Resumo do mês em imagens
Começando a semana com uma placa tirada na Rua Fúlvio Aducci na frente do Comper em Florianópolis.
Depois flagrando um Caixa Econômica Fail.
Instalando as máquinas Ubuntu para o SoLiSC vejo a seguinte tradução
E no SoLiSC nos deparamos com o rack do Centro de Eventos da UFSC.
E pra fechar com chave de ouro. E pra mandar pro thereifixedit.com















